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Continuar lendoResolução 685/2026 altera norma sobre recursos de ANPP, transação penal e suspensão condicional do processo.

Conselho Nacional de Justiça — O CNJ alterou a Resolução 558/2024 para abranger expressamente valores de acordos de não persecução penal, transações penais e suspensões condicionais do processo. O acontecimento é datado de 26 de junho de 2026.
A Resolução 685 incluiu novos institutos consensuais no regime nacional de gestão, controle e destinação de valores e bens relacionados a procedimentos criminais.
A Resolução CNJ 685/2026 alterou a Resolução 558/2024, que disciplina a gestão e a destinação de valores e bens relacionados a procedimentos criminais no Poder Judiciário. A nova redação passou a mencionar expressamente recursos provenientes de acordo de não persecução penal, transação penal e suspensão condicional do processo, além de condenações, prestações pecuniárias e outros instrumentos já previstos.
A inclusão desses mecanismos consensuais busca uniformizar práticas administrativas e aumentar a rastreabilidade do dinheiro submetido à gestão judicial. O ato alcança aspectos como recolhimento, controle, publicidade e destinação, devendo ser lido em conjunto com as normas legais específicas de cada instituto e com a competência do juízo responsável.
O ato reforça legalidade, impessoalidade, publicidade, eficiência e rastreabilidade na aplicação de recursos sob gestão judicial.
O acordo de não persecução penal, previsto no Código de Processo Penal, pode incluir prestação pecuniária como condição negociada. A transação penal e a suspensão condicional do processo também podem envolver obrigações econômicas. A alteração do CNJ procura impedir que esses valores sejam tratados sem critérios nacionais mínimos de transparência e controle.
A natureza do ato precisa ser observada com precisão: Trata-se de ato normativo administrativo vigente, sujeito a controle administrativo ou judicial nos meios próprios.
Tribunais e juízos devem observar o texto atualizado da Resolução 558/2024 na destinação dos recursos alcançados.
A resolução se apoia nos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Isso significa que a destinação não pode ser confundida com escolha pessoal do magistrado ou distribuição informal. Devem existir documentação, critérios objetivos e possibilidade de fiscalização institucional.
Por ser ato normativo administrativo do Conselho Nacional de Justiça, a resolução produz efeitos no âmbito de sua competência e deve ser observada pelos tribunais. Eventuais controvérsias sobre legalidade, alcance ou compatibilidade com a legislação podem ser submetidas aos mecanismos administrativos e judiciais adequados.
Trata-se de ato normativo administrativo vigente, sujeito a controle administrativo ou judicial nos meios próprios.
Esta notícia foi redigida originalmente pela Pauta Criminal a partir de informação publicada pelo órgão responsável. Consulte a íntegra e os documentos associados na fonte oficial.
Última conferência editorial: 20 de julho de 2026. O conteúdo tem finalidade jornalística e não substitui análise jurídica individualizada.